A Laringo Center é uma clínica multidisciplinar em Otorrinolaringologia, Pneumopediatria, Pneumobroncoscopia, Gastropediatria, Nutrologia Pediátrica, Fonoaudiologia, Cirurgia de Tórax, Cirurgia Pediátrica e Cirurgia Craniofacial.
Somos reconhecidos pela atuação em casos de alta complexidade em Vias Aéreas e Cirurgias Complexas de Traqueia e Esôfago em crianças.
Entre as áreas de atuação se destacam a Via Aérea Pediátrica, Estenose da Laringe, Distúrbio da Deglutição, Estenose Traqueal e Atresia de Esôfago.
A clínica é liderada pela Dra. Saramira Bohadana, médica especialista em Otorrinolaringologia, com enfoque em Via Aérea Pediátrica, com extensa formação acadêmica e experiência prática, incluindo residência em Otorrinolaringologia, Doutorado em Laringologia e Voz pela Universidade de São Paulo, e Observership no Cincinnati Children’s Hospital nos Estados Unidos.
Dra. Saramira Bohadana é reconhecida por seu compromisso com a excelência no tratamento de seus pacientes, especialmente em casos complexos envolvendo traqueostomias em crianças.
Tem enfoque especial na criança que está traqueostomizada e necessita de tratamento adequado para restabelecer a respiração e proporcionar uma vida normal.
O Programa Aerodigestivo da Laringo Center dedica-se aos cuidados de crianças com distúrbios de Vias Aéreas e Digestivas, como por exemplo crianças que respiram por traqueostomia e que possuem algum envolvimento digestivo também. Esse programa também inclui crianças que mesmo sem traqueostomia apresentam algum grau de dificuldade respiratória e de deglutição.
As patologias da Via Aérea em Pediatria comprometem o tubo anatômico laringotraqueal, produzindo obstrução desse tubo.
Essas patologias podem obstruir a laringe e/ou a traqueia, assim como a árvore traqueobrônquica e ocasionar situações de urgência e emergência.
Nos casos agudos, a criança pode manifestar um conjunto de sinais e sintomas que evidenciam o comprometimento da via aérea, como: ruído respiratório, denominado estridor, desconforto respiratório, que é afundamento da fúrcula e do tórax, coloração violácea de lábios e dedos, palidez, sudorese, apatia, taquicardia. Ou seja, um estado crítico e grave, que muitas vezes pode chegar ao pronto-socorro.
Existem casos que evoluem gradativamente e de forma crônica, como crianças que têm encefalopatia crônica, em decorrência de doença epiléptica, síndromes e sequelas de hipóxia perinatal. Esses casos podem evoluir para pneumopatia crônica, em decorrência de broncoaspiração salivar. Com muita frequência, apresentam também Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono, por causa da hipotonia muscular faringolaríngea. Casos como esses, devem ser tratados no Programa Aerodigestivo, pela necessidade de avaliação de uma equipe multidisciplinar.
O bebê ruidoso, que apresenta ronco e/ou estridor, que implica em sono agitado e dificuldade para mamar, também deverá ser avaliado pela nossa equipe.
Os casos que respiram por traqueostomia são analisados pela equipe multidisciplinar para determinar o diagnóstico e tratamento para o restabelecimento da respiração nasal e consequente retirada da traqueostomia.
Nosso objetivo é dar melhores condições de vida para essas crianças, através de um trabalho conjunto de profissionais altamente especializados.
Temos como lema tratar a criança como um todo, por isso a necessidade de equipe multidisciplinar.
O Programa Aerodigestivo é, portanto, uma linha de cuidados para crianças com condições complexas de vias aéreas e digestivas. O grupo de especialistas da Laringo Center trabalha em conjunto para discutir o diagnóstico e tratamento das doenças que envolvem o trato aerodigestivo.
A criança com distúrbios aerodigestivos é o nosso foco!
Tratamos condições graves e obstrutivas da traqueia e esôfago com especialistas para soluções avançadas e alta complexidade
• Dra. Saramira Bohadana
Otorrinolaringologia
• Dr. Maurício Yoshida
Cirurgião Craniofacial
• Dra. Caroline Barreto
Cirurgiã Pediátrica de Tórax
• Dra. Daniele Phillip
Pneumobroncoscopia
• Dra. Ana Cristina Fontenele
Gastropediatra
• Dra. Tania Caserta
Nutrologia Pediátrica
• Dra. Miriam Eller
Pneumopediatra
• Dra. Saramira Bohadana
Otorrinolaringologia
• Dra. Natalia Tiburcio
Cirurgiã de Tórax
• Dra. Caroline Barreto
Cirurgiã Pediátrica
• Dr. Leonardo Miana
Cirurgião Cardíaco
• Dra. Beatriz Furlanetto
Cirurgiã Cardíaca Pediátrica
(11) 3285-2593
(11) 94150-3001
contato@laringocenter.com.br
Rua Mato Grosso, 306, cj 506 – Higienópólis
São Paulo, SP – 01239-040
Horário de segunda a sexta-feira das 8h às 17h
A cirurgia complexa de traqueia em crianças e recém-nascidos é um conjunto de procedimentos cirúrgicos altamente especializados voltados para o tratamento de anomalias congênitas, lesões, ou doenças adquiridas que afetam a traqueia, a principal via aérea entre a laringe e os pulmões.
Essas cirurgias são indicadas para condições como estenose traqueal (estreitamento da traqueia), traqueomalácia (fraqueza das paredes traqueais), fístulas traqueoesofágicas (comunicação anômala entre a traqueia e o esôfago), e compressões externas causadas por anomalias vasculares, como anéis vasculares.
Devido à importância da traqueia na respiração, essas cirurgias exigem precisão extrema e são geralmente realizadas em centros médicos especializados, com suporte avançado de cuidados intensivos.
Os procedimentos podem variar desde ressecções de segmentos da traqueia, seguidas de reconexão das extremidades saudáveis (anastomose), até reparos mais complexos como laringotraqueoplastias, que envolvem a reconstrução da traqueia e da laringe usando enxertos.
Em casos onde a traqueia é comprimida por estruturas vasculares anômalas, como no arco aórtico duplo, técnicas como aortopexia (fixação da aorta ao esterno) são realizadas para aliviar a compressão.
Em situações de obstrução severa ou ventilação prolongada, uma traqueostomia pode ser realizada para garantir a passagem de ar.
A complexidade dessas cirurgias requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo especialistas experientes e equipes de cuidados intensivos pediátricos, dada a fragilidade e os riscos associados ao tratamento em pacientes tão jovens.
Infecção dos seios da face e fossas nasais, caracterizada por sintomas de obstrução nasal, secreção nas narinas ou na garganta de aspecto mucopurulento, tosse noturna. Dor de cabeça nem sempre está presente, mas geralmente apresenta perda de olfato. Pode ser aguda ou crônica se os sintomas persistirem por mais de 3 meses seguidos.

Rinossinusites de repetição: muitas vezes, os quadros de rinossinusite crônica se confundem com as rinossinusites de repetição, em que as crises acabam sendo tão frequentes que se justapõem, dando impressão de serem contínuas. O diagnóstico correto é fundamental para evitar exames e procedimentos desnecessários. O melhor exame para diagnosticar a rinossinusite é a nasofibroscopia que é uma endoscopia da fossa nasal, realizada no consultório, com anestesia local. O exame produz um mínimo desconforto para a criança e tem a vantagem sobre o raio-X de não submeter a criança ao efeito de radiações ionizantes.
Na infância, a rinossinusite pode ser recorrente e ser causada por:
Hipertrofia adenoideana: adenóide é um acúmulo de tecido linfóide, ou seja, tecido de defesa, que se localiza atrás das fossas nasais. Quando ocorre hipertrofia, aumento, produz obstrução das fossas nasais, dificultando a respiração. A criança começa a presentar roncos e distúrbio do sono.
É a causa mais comum de rinossinusite, o aumento das vegetações adenoides causa, além da obstrução nasal, acúmulo de secreções e bactérias no nariz e seios da face levando ao quadro de rinossinusite crônica. Na maioria das vezes, a remoção das adenoides é suficiente para resolução dos sintomas.
Rinite alérgica: é um processo inflamatórios da mucosa das fossas nasais e seios paranasais. Manifesta-se com obstrução nasal, secreção hialina, espirros e coceira nasal. A reação alérgica é uma reação exagerada do sistema imunológico em decorrência de inalantes, substâncias irritantes, para a mucosa nasal, como gases tóxicos, poluentes ambientais, poeira doméstica, entre outros. Em decorrência dessa reação alérgica, ocorre a liberação de substâncias como a histamina que produzem a reação inflamatória nas fossas nasais.
Os casos crônicos evoluem com hipertrofia de cornetos, que são “carnes esponjosas” que obstruem as fossas nasais. A criança pode apresentar roncos, obstrução nasal, respiração bucal e distúrbio do sono.
Alergia respiratória ou, mais raramente, alimentar podem causar ou piorar os sintomas de rinossinusite. A identificação das alergias e seu tratamento são fundamentais no controle da rinossinusite nas crianças.
Fibrose cística: doença genética em que há uma alteração no muco nasal, que se torna espesso. Além da sinusite, a criança apresenta desnutrição e pneumonias de repetição. Condição potencialmente grave e que requer diagnóstico e tratamento precoces.
Discinesia ciliar: doença genética em que os cílios que transportam o muco no nariz e seios paranasais não funcionam corretamente. Além da sinusite crônica, a criança também pode apresentar problemas pulmonares.
Imunodeficiências: vários tipos de deficiências de imunidade podem causar rinossinusite crônica, principalmente as deficiências de IgA e IgG. Muitas vezes os sintomas nasais são os primeiros a aparecer e podem ajudar no diagnóstico precoce que será fundamental para o tratamento exitoso destas crianças.